Pokémon Go e a nova era da publicidade entretenimento
Desde que foi lançado, o jogo de realidade aumentada, Pokémon Go, virou febre em todo o mundo. O jogo que mistura vida real, tecnologia e a nostalgia de um desenho que era sucesso na década de 90 tinha tudo para agradar e não fez por menos.
As ações da Nintendo chegou a superar a da Sony, e registrar um dos maiores valores que a empresa atingiu nos últimos anos. Após tamanho sucesso começou-se uma discussão sobre o legado do jogo. O fato é que a Realidade aumentada promete ser cada vez mais presente no nosso dia a dia, a indústria dos games e mobiles estão sendo os primeiros beneficiados com a tecnologia, mas que também vai atingir outros mercados como publicidade.
A primeira marca a anunciar parceria com o Pokémon Go foi o McDonald’s, que teve um uma valorização na bolsa do Japão de 7,7% após a divulgação. Essa realidade coincide com outra que é a tempos falada, o entretenimento como meio publicitário. Dar ao consumidor uma forma de entretenimento pode conquistar e fazê-lo lembrar mais facilmente da marca, principalmente agora que somos bombardeados por informações a todo momento.
Entretenimento e publicidade foram uma das principais pautas do Cannes Lions 2016, onde reafirmaram que essa é a grande tendência. Apesar de serem feitas inúmeras campanhas nesse sentido, ainda existe um longo caminho a percorrer. Ainda não se sabe muito sobre a parceria Pokémon Go e McDonald’s, mas com certeza tem tudo para ser um sucesso. O Pokémon Go é apenas o início desta nova forma de cativar o público.
A publicidade em tempos de crise

O Brasil enfrenta momentos difíceis na economia, com um alto índice de desemprego o mercado também sente os obstáculos que o brasileiro tem encontrado na hora de ir as compras. Essa dificuldade atinge desde as grandes empresas até o mercadinho próxima de casa. Mas como superar a crise?
Uma boa estratégia de marketing pode ser a saída para amenizar os danos causados pela recessão. Um estudo realizado pela Hello Research mostrou as marcas mais lembradas pelos brasileiros quando o assunto é ‘boas promoções’, entre elas estão Coca-Cola, Sadia, Samsung e Electrolux, que independente de venderem produtos diferentes, todas essas marcas têm ponto em comum, a propaganda. O velho ditado “a propaganda é a alma do negócio” sempre foi real, principalmente em momentos como estes. Um estudo feito pela McGraw-Hill apontou que as vendas das empresas que mantiveram ou aumentaram o investimento em Comunicação durante a recessão no início dos anos 80, foram 256% superiores às vendas das companhias que não investiram em anúncios. Para ter um bom desempenho no mercado é preciso que seu trabalho seja lembrado, e que se destaque em meio a tantos outros. A propaganda não é um gasto, mas sim um investimento que a longo prazo passa a apresentar resultados mais satisfatórios.
Quem são os Millennials e a Geração Z?
É uma geração que nasceu nos anos 80 e que foi seguida pela Geração Z, nascidos a partir de 1995, e que juntos correspondem a jovens entre 18 e 34 anos de idade e representam 30% da população, e em 2025 serão 75% da força de trabalho e consequentemente grande parte da massa de consumo.
Para conhecer essas duas gerações é importante compreender o cenário na qual elas foram criadas. Os Millennnials já estão no mercado de trabalho, e atualmente correspondem a um número considerável de consumidores. Enquanto a Geração Z está encarando essa realidade agora, ou ainda são adolescentes, tendo crescido com influência da internet e outras tecnologias. Muitas empresas já consideram essas gerações para traçar sua publicidade.
As duas gerações são conhecidos também por “always on”. Apaixonados por tecnologias, eles buscam sempre estarem conectados e engajados naquilo que acreditam. Apesar de mais jovens, (75%) Geração Z também influencia na hora da compra dos seus pais. Essas mudanças na forma de ver o mundo precisa ser levadas em conta na hora de criar uma campanha ou produto destinados a eles.











